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Ócio criativo: procrastinação ou trabalho?

Antes de conhecer o conceito de ócio criativo, uma das coisas que eu sentia com frequência era culpa. Afinal, sou dessas pessoas que adora tirar uma soneca depois do almoço, mas que nunca admite publicamente porque tem medo de ser taxada de preguiçosa.  Eu, de fato, me sentia bem preguiçosa. Às vezes, ainda acho. Mas só às vezes. E vou te contar a razão. Dia desses, nessas biografias que leio, me deparei com algo que mudou minha forma de entender o ócio como ferramenta de tempo: Charles Darwin adorava um cochilo de uma hora na parte da tarde. E, mesmo dormindo depois do almoço, ele fez o que fez. Bom, se Darwin pode, por que eu não poderia? Descobri, cavoucando mais informações sobre os gênios que dormiam depois do almoço, um termo bem atual, cunhado
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After e a pulsão sexual

Diversas vezes eu trouxe para esta coluna o que Hardin desperta em Tessa em vários sentidos - inclusive o sexual. Mas nunca me debrucei com afinco ao significado do que é este ato para ele. Embora já tenha vivido variadas experiências com muitas mulheres, com Tessa há uma diferenciação clara, uma ressignificação e um divisor de águas. Não é só o amor que ela desperta nele: o sentido e o gozo que o encontro com ela proporcionam acrescentam um ingrediente fundamental nesta ‘química’. Comecemos pelo início da história de Hardin.
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Dica de leitura: It – A obra-prima do medo

Certo dia, em 2016, recebi um presente: um volume de It, de Stephen King, em “edição de bolso”. Nessa diagramação, o livro tinha ~apenas~ 1.093 páginas. E estava em inglês. Seria o primeiro livro de S.K., que é um dos meus autores preferidos, que eu leria em sua língua-mãe. Embora seja fluente em inglês, confesso que a leitura não foi fácil. São muitos os personagens, as situações e as palavras que cabem em mil páginas. It, que em português recebe o nome de IT – A obra-prima do medo, foi o livro que mais demorei para ler em toda minha vida: seis meses.
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8 dicas infalíveis para prender a atenção da sua audiência

Por Dimitri Vieira* Seu texto está disputando com um número incalculável de outros conteúdos na internet. Sim, é verdade. Mas também é verdade que é possível se destacar entre eles. A prova disso é que você acaba de encontrar o nosso. Não tem segredo para isso. São técnicas que podem ser aplicadas por qualquer pessoa para prender a atenção da sua audiência e tornar seu conteúdo memorável. Neste artigo separamos 8 dicas para capturar seu leitor de uma vez por todas. Vamos começar?
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Dica de Leitura: O Último Reino

Por Viviane Fontes
O que fazer quando você ainda é uma criança de apenas nove anos e vê seu mundo mudar radicalmente?  Num instante você está em casa com a família, protegido, alimentado, sendo educado e preparado para viver uma vida sossegada. No outro, perde tudo isso com a chegada de invasores que matam seu pai, seu irmão e te sequestram. Essa é a história de Uhtred, que começa no ano 866 d.C. no reino da Nortúmbria, Inglaterra.
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Outros jeitos de ler Rupi Kaur

Por Patrícia Cozer
Li o livro de Rupi Kaur em 40 minutos, antes de dormir. Sério. Não porque seja curto ou eu estivesse com pressa de acabar. "Outros jeitos de usar a boca" é um livro minimalista, mas envolvente o suficiente para que você não queira parar, assim, de repente. Ou pelo menos foi essa a impressão que eu tive. Sentei na cama às 2 da manhã, e o silêncio da madrugada pareceu tornar tudo ainda mais intenso. Rupi escreve de um jeito tão simples e forte que chega a doer.
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Entre surtos, terapia e um certo livro

Por Patrícia Cozer
Em setembro de 2017 pedi demissão de um emprego certinho e estável para arriscar a vida como escritora freelancer e caí num abismo, com direito a muito chororô, terapia alternativa e questionamentos que iam desde “o que eu tô fazendo com a minha vida” ao “acho que agora vai dar certo”. A terapeuta da vez – sim, faço coleção – me indicou um livro que (morrendo de vergonha enquanto digito essas palavras) só fui começar a ler há algumas semanas, chamado “Limite Zero”. Lembram do post sobre procrastinação? Pois é. Companheira de longa data, ela. Na época, estávamos, eu e a terapeuta, recorrendo a várias terapias ao mesmo tempo porque a situação era grave, então, pelo que entendi, só uma coisa aqui e outra ali não iam dar conta do meu descabelamento.
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Meus votos de casamento

Ontem (16/06) completei meu primeiro ano de casada. Abaixo reproduzo, na íntegra, o texto que fiz para meus votos de casamento. Foi muito bom reler e perceber que continua sendo tudo verdade. 😉 *** É senso comum afirmar que em todo casal existe uma pessoa que sabe o que vem a seguir, e, no nosso caso, esse cara sou eu. Antes mesmo de te ver pela primeira vez eu disse à amiga que nos apresentou pela internet: eu vou me casar com esse guri. O dia de hoje, então, mostra o que todos já sabem: eu sou uma ótima vidente. 😉 Mas ainda que eu não possa, realmente, prever o futuro, nosso casório é uma prova de que nós não jogamos para perder. Sempre soube escolher muito bem minhas batalhas, e você é a mais importante e duradoura de todas elas. Por um acaso nos
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5 sinais de que ele não é o amor da sua vida 

Dia dos namorados, amor, alegria, tudo parece lindo - tirando que você não conseguiu um único restaurante para comer aquele risotinho maroto com a pessoa que hoje você chama de amor. Digo hoje porque tudo pode mudar amanhã. Ou, como diz a Band, em 20 minutos. Às vezes não precisa nem esperar o dia seguinte. Como estou de muito bom humor, resolvi separar cinco diquinhas para que você veja se o cara que está ao seu lado no trailer de hambúrguer, único lugar com vagas na cidade, é realmente o homem da sua vida.
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Série After: Trish, o ‘não dito’ e a história construída por atos

Por Cinthia Demaria, jornalista e psicanalista
Todo mundo quer entender um pouco mais sobre a progenitora de Hardin, e com razão. Onde há uma história complexa, sempre há outra ainda mais, principalmente quando ela envolve questões parentais e familiares. A escolhas de Trish fadaram o filho e todo o contexto que a envolveu, a consequências que ela nunca soube dizer e nem tratar. Alguns psicanalistas dizem que passamos a vida tentando resolver os traumas causados em nossos primeiros anos de vida. Hardin está aí para nos provar isso.

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