livros sobre culinária Ler artigo

Livros sobre culinária para dominar a cozinha

Você já se viu querendo fazer uma receita sem ter por perto nenhum livrinho bacana com sugestões?
Pois é: os caderninhos, do tempo de nossas bisas, avós e mães parecem ter sumido da vista assim que a tecnologia tomou conta. E, vem cá, é bem mais fácil checar os sites de receitas do que os livros sobre culinária, né? Mas...  (sim, esse blog sempre tem um “mas”) ... enquanto olhar receita na internet é super prático, esse hábito também pode te deixar na mão. E se faltar rede? E se a internet estiver ruim? E se você estiver sem bateria ou, simplesmente, sem paciência para sugestões de algoritmo?  É aí que os livros sobre culinária podem te ajudar. E digo mais: seja na versão física ou como e-book para ler no Kindle, esses livros podem não só te ensinar receitas como, também, te inspirar a comer melhor e a se divertir na cozinha. É
Michelle obama biografia literama Ler artigo

A história de Michelle Obama

Uma conversa sobre histórias que valem a pena ler.
Todo mundo tem uma história. Vai lá na seção de biografias da Amazon que você comprova isso. Às vezes, vai achar que ali tem histórias que não precisavam estar ali. A pessoa é nova demais ou irrelevante demais (!) para ter uma biografia. Outras você vai ficar feliz por existirem – inclusive, 10 delas eu sugiro fortemente. Michelle Obama é uma figura que entra no segundo grupo.
resenha O Homem de Lata Sarah Winman Ler artigo

Romance LGBT: O Homem de lata

Essa é uma dica de leitura sem spoilers.
Se você é fã de histórias de amor que terminam muito bem para todos os envolvidos, esse livro não é pra você. Mas, se gosta de ver o amor romântico também pelo viés da sensibilidade e da perda, um pouquinho longe desse tal de “felizes para sempre”, acho que esse é o livro. O Homem de lata transborda melancolia, seja no andar de sua própria carruagem ou nos elementos externos que a autora, Sarah Winman, traz para compor as cenas. 
Ler artigo

5 hacks de escrita que aprendi com Stephen King

Dicas rápidas para quem está com pressa
Fui mentorada a distância por Stephen King e posso provar! ;p Aqui já publiquei um texto bem gráfico contando como Stephen King salvou minha escrita. Não é brincadeira: só depois de ler um livro bem específico dele é que pude me reconhecer como escritora (antes, tinha a maior vergonha de "dar essa carteirada") e, principalmente, escrever por diversão.
hardin scott Ler artigo

Hardin Scott, o encontro com o passado e o ponto do insuportável

Por Cinthia Demaria, jornalista, psicóloga, best de Anna Todd e fã de Lacan
Eles estavam bem. Era a primeira vez que Tessa conhecia Londres e se aproximava ainda mais das origens de Hardin Scott. Quanto mais ela o desvendava, mais o compreendia - e mais sentido dava a seu comportamento impetuoso. Até que ele descobriu que ele mesmo não conhecia a própria história. O seu verdadeiro pai era outro.
pins da Cyndi Lauper do livro Minha História Ler artigo

Minha história, de Cyndi Lauper

Mais um livro que rendeu mais uma tatuagem
Amo biografias. Uma coisa que ocorre com muita frequência é, ao lê-las, me enxergar nas páginas das histórias dos outros. Já aconteceu com você? Por um lado, é legal pensar que aquelas figuras que te inspiram e fazem companhia pela vida afora se parecem tanto com você; normal, até. Afinal, essas pessoas foram, muitas vezes, referências de caráter. Portanto, também são parte de quem somos.
after we collided filme Ler artigo

After we collided e o real amor

Por Cinthia Demaria, jornalista, psicóloga e best da Anna Todd
Quem se aventura no primeiro livro da série After e se entrega a um romance cheio de altos e baixos percebe que o grande clímax da história está no final (nada feliz) da obra. No filme, isso fica mais claro. Apesar de todos os problemas, Tessa e Hardin conseguem se entender, morar juntos e construir uma história, mas é só entre as últimas páginas que o leitor conhece a tragédia que envolve o romance. E é justamente aí que ele se compromete - ou abandona - a leitura. 
Ler artigo

O Apanhador no campo de centeio

Antes de começar a ler O Apanhador no campo de centeio, falei sobre ele na terapia. Tive que falar. Eu morria de medo de ler o livro e, sei lá, fazer uma doideira. Lembro que a terapeuta perguntou: você acha que faria? E eu disse: não. Mas, honestamente, não acho que a maioria das pessoas que acaba fazendo uma doideira achou, algum dia na vida, que faria. Faz sentido?

Assine a newsletter!

Deixe seu e-mail e você receberá o Literama em sua caixa de entrada!