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Hardin Scott, o encontro com o passado e o ponto do insuportável

Por Cinthia Demaria, jornalista, psicóloga, best de Anna Todd e fã de Lacan
Eles estavam bem. Era a primeira vez que Tessa conhecia Londres e se aproximava ainda mais das origens de Hardin Scott. Quanto mais ela o desvendava, mais o compreendia - e mais sentido dava a seu comportamento impetuoso. Até que ele descobriu que ele mesmo não conhecia a própria história. O seu verdadeiro pai era outro.
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Minha história, de Cyndi Lauper

Mais um livro que rendeu mais uma tatuagem
Amo biografias. Uma coisa que ocorre com muita frequência é, ao lê-las, me enxergar nas páginas das histórias dos outros. Já aconteceu com você? Por um lado, é legal pensar que aquelas figuras que te inspiram e fazem companhia pela vida afora se parecem tanto com você; normal, até. Afinal, essas pessoas foram, muitas vezes, referências de caráter. Portanto, também são parte de quem somos.
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After we collided e o real amor

Por Cinthia Demaria, jornalista, psicóloga e best da Anna Todd
Quem se aventura no primeiro livro da série After e se entrega a um romance cheio de altos e baixos percebe que o grande clímax da história está no final (nada feliz) da obra. No filme, isso fica mais claro. Apesar de todos os problemas, Tessa e Hardin conseguem se entender, morar juntos e construir uma história, mas é só entre as últimas páginas que o leitor conhece a tragédia que envolve o romance. E é justamente aí que ele se compromete - ou abandona - a leitura. 
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O Apanhador no campo de centeio

Antes de começar a ler O Apanhador no campo de centeio, falei sobre ele na terapia. Tive que falar. Eu morria de medo de ler o livro e, sei lá, fazer uma doideira. Lembro que a terapeuta perguntou: você acha que faria? E eu disse: não. Mas, honestamente, não acho que a maioria das pessoas que acaba fazendo uma doideira achou, algum dia na vida, que faria. Faz sentido?
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Livros sobre terrorismo

Acordei buscando materiais sobre o 11 de setembro. O assunto me é caro, minha monografia foi sobre ele e acredito que fazer reflexões e ler livros sobre terrorismo é uma forma de entender mais sobre o que se deve combater. De tabela, encontrei o filme 22 de Julho, dirigido por Paul Greengrass, diretor de Voo United 93. Já viu algum deles? Não. Tudo bem - experiências prévias não são requeridas para essa reflexão.
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Como Dom Quixote foi parar em O Poço?

Nota1: esse texto contém spoilers do filme O Poço. Se ainda não assistiu, mas pretende, não avance na leitura. Nota2: não coloquei a paginação das citações de Dom Quixote pois minha versão é a da Apple livros, que muda as páginas de acordo com o dispositivo (celular, computador, tablet). Se você quiser consultar uma das citações em específico, deixe-a nos comentários e eu aviso em qual capítulo ela se encontra. Nota3: a análise abaixo foi feita de acordo com minhas próprias interpretações do filme e do livro e, portanto, não tem teor de pesquisa. 
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Livros para quem tem preguiça de ler

Quando alguém me diz que quer indicações de leitura pra quem tem preguiça de ler, eu fico é feliz: pelo menos há o interesse em começar a desenvolver esse hábito. Antes de tudo, vou advogar em causa própria: ler é uma delícia. Só esse argumento já poderia ser argumento o suficiente. Mas eu sei que o buraco é bem mais embaixo. No Brasil, da última vez que chequei, 44% das pessoas não tinham o hábito de ler e a média de livros lidos em um ano era de 3 a 4.  Ler é uma atividade que demanda tempo e dedicação.

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